Sol, Vitamina D e Câncer de Pele: O que eu aprendi

Mas também ouvi dizer que tomar sol por 15 minutos, em determinados horários e sem proteção solar, é benéfico para a saúde.

Afinal, qual é o certo?

Sempre ouvi dizer que sol é vida e que o sol cura.

Dizem até que, ao acordar, devemos nos expor ao sol para dormirmos melhor à noite.

Na verdade, os dermatologistas estão certos: devemos evitar a exposição solar desprotegida nos horários de pico, porque o sol tem um alto potencial cancerígeno, principalmente para quem tem pele sensível.

Cerca de duas semanas antes da minha cirurgia de desvio de septo, apareceu no meu rosto algo parecido com uma espinha.

Era uma lesão inflamada que se transformou em uma carne salientada.

Com o tempo, ela murchou, mas permaneceu com uma cor diferente.

Antes do procedimento nasal, procurei uma dermatologista que me aconselhou a retirar essa inflamação junto com a cirurgia de desvio de septo.

Achei que não fazia muito sentido misturar uma cirurgia estrutural com um procedimento dermatológico.

Por isso, decidi deixar para ver esse problema depois da minha recuperação.

Vinte dias após a cirurgia do septo, procurei outra dermatologista.

Ela analisou o meu corpo inteiro e constatou três sinais suspeitos de câncer de pele: aquele do rosto, mais um no colo e outro nas costas.

Conclusão: terei que fazer a biópsia desses três sinais.

Saí do consultório superpreocupada por ter que enfrentar mais um procedimento cirúrgico.

A médica ainda explicou que, infelizmente, a retirada de lesões no rosto sempre deixa cicatriz.

Se for câncer, a cicatriz será maior; porém, a região da face se regenera muito bem e há a opção de fazer tratamentos a laser depois.

Ela me tranquilizou dizendo que, no caso do câncer de pele, a cirurgia costuma resolver o problema.

Agora, estou esperando a liberação do plano de saúde para marcar a data.

Pensando bem, entre os diversos tipos de câncer, o de pele costuma ser o menos problemático quando descoberto no início, com altíssimas chances de cura apenas com a realização da cirurgia. Saber disso me trouxe muita paz.

A vida é uma caixinha de surpresas e a nossa saúde é o nosso bem maior, por isso a prevenção é essencial.

A médica me perguntou se havia histórico de câncer de pele na minha família, e eu respondi que não, apenas retirada de sinais.

Mas depois perguntei à minha mãe e, de fato, ela já teve câncer de pele, retirou e ficou tudo bem.

Diante disso, concluí que devemos evitar o sol forte ao máximo, usar protetor em todas as áreas expostas e nos proteger sempre.

O efeito do sol é acumulativo e existem peles muito mais propensas e sensíveis do que outras.

Atenção à escolha do protetor solar

Quando se trata de saúde e longevidade, todo cuidado é pouco.

Estudos recentes e profissionais da linha da saúde integrativa têm alertado bastante sobre a composição dos produtos que usamos diariamente.

Por isso, hoje a minha preferência é pelos protetores solares minerais (físicos), geralmente feitos à base de óxido de zinco ou dióxido de titânio.

Ao contrário de alguns filtros químicos tradicionais — que contêm substâncias discutidas cientificamente pelo potencial de atuar como disruptores endócrinos —, os protetores minerais criam uma barreira física que reflete a radiação sem penetrar profundamente na corrente sanguínea.

Eles são excelentes para peles sensíveis e para quem busca reduzir a carga tóxica no organismo. Independentemente da sua escolha, o mais importante é nunca deixar de se proteger!

É isso aí, pessoal.

Espero que tenham gostado do meu depoimento.

Se gostaram, compartilhem com quem precisa e me sigam para não perder nenhum conteúdo!

Até breve!

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